Como se observa nosso blog tera uma missão de valorizar e fazer muita reflexão sobre o cenário cultural da cena independente de Brasília.
De inicio não podemos deixar de negar que a nossa mobilia teve a manha de driblar todas as dificuldades do mercado underground (desinteresse da grande mídia, carência de espaços alternativos em rádios e de locais para shows, problemas na distribuição dos CDs) para se tornar um pequeno fenômeno móvel da geração 2000.
Afinal,que outra banda independente consegue levar mais de três mil pessoas a seus shows em Brasília, sem ter contrato com gravadora, música tocando em grandes rádios do país ou sequer aparecer nos programas de maior audiência da TV? Ou que, mesmo com complicada formação de 10 músicos, tem sido convidada para se apresentar em diversos festivais e shows pelo Brasil, inclusive como headliner?
Por isso os Móveis Coloniais de Acaju,é o espelho e exemplo de muitas bandas hoje.
Vale aqui ressaltar também o quanto estamos observando a vontade que Fábio Pedroza (@fabiopedroza,baixista e ex-professor de sociologia) tem de fazer eventos populares e a preocupação com responsabilidade social.
Fábio Pedroza esta sempre se empenhando a ajudar o cenario independente, com idéias, projetos, divulgação da valorização de bandas por meio da rede social como o Twitter. Como por exemplo, a 1 reunião para construção da comissão de bandas e artistas circulantes DF, que ele promoveu entre os Móveis e diversas bandas de Brasília para discutir as melhores formas de como tornar o cenario independente da cidade valorizado, como saber e aprender a valorizar a interação entre publico e banda, como melhorar os circuitos (como o Fora do Eixo) e coletivos, entre outras coisas. Que foi trasmitida ao vivo pelo http://twitcam.com/user/moveis (mais precisamente nesse aqui: http://twitcam.com/u8jc )e que teve a participação tambem de mais de 50 internautas.
Fábio Pedroza deixou bem claro tambem nessa reuniãoque tanto a parte burocrática quanto a parte artística são muito alinhadas no sentido de coletivo, de trabalho em grupo e que é sempre importante dividir experiências, sentimentos e sensações, com o público e banda, e encontrar sempre parcerias não se limitando apenas a trabalhar dentro de coletivos. Em seus twitters Fabio Pedroza promove reflexões que vale a pena serem lembradas:
''as bandas se conectarem e trabalharem entre elas. o colaborativo está principalmente nisso (@pablocapile live on http://twitcam.com/u9gm)''
''o principal foco colaborativo são as reuniões da comissão e as atividades que permitem (...) (@pablocapile live on http://twitcam.com/u9gm)''
''não como uma agência ou um selo, mas de forma colaborativa e não centralizada pelo estúdio (@pablocapile live on http://twitcam.com/u9gm)''
''banda não pode/deve trabalhar apenas dentro dos coletivos, as parcerias são muito importantes!''
''quais os agentes da rede do mercado musical? qual o papel de cada um? como eles se articulam?''
''questões importantes para as bandas de bsb pensarem: o q é ser uma banda no debate sobre mercado musical? qual a realidade do circuito?''
''vc já fez a sua parte? quantas bandas da sua cidade vc escutou essa semana? campanha #adoteumabanda essa semana! @bandawatson - brasília''
De inicio não podemos deixar de negar que a nossa mobilia teve a manha de driblar todas as dificuldades do mercado underground (desinteresse da grande mídia, carência de espaços alternativos em rádios e de locais para shows, problemas na distribuição dos CDs) para se tornar um pequeno fenômeno móvel da geração 2000.
Afinal,que outra banda independente consegue levar mais de três mil pessoas a seus shows em Brasília, sem ter contrato com gravadora, música tocando em grandes rádios do país ou sequer aparecer nos programas de maior audiência da TV? Ou que, mesmo com complicada formação de 10 músicos, tem sido convidada para se apresentar em diversos festivais e shows pelo Brasil, inclusive como headliner?
Por isso os Móveis Coloniais de Acaju,é o espelho e exemplo de muitas bandas hoje.
Vale aqui ressaltar também o quanto estamos observando a vontade que Fábio Pedroza (@fabiopedroza,baixista e ex-professor de sociologia) tem de fazer eventos populares e a preocupação com responsabilidade social.
Fábio Pedroza esta sempre se empenhando a ajudar o cenario independente, com idéias, projetos, divulgação da valorização de bandas por meio da rede social como o Twitter. Como por exemplo, a 1 reunião para construção da comissão de bandas e artistas circulantes DF, que ele promoveu entre os Móveis e diversas bandas de Brasília para discutir as melhores formas de como tornar o cenario independente da cidade valorizado, como saber e aprender a valorizar a interação entre publico e banda, como melhorar os circuitos (como o Fora do Eixo) e coletivos, entre outras coisas. Que foi trasmitida ao vivo pelo http://twitcam.com/user/moveis (mais precisamente nesse aqui: http://twitcam.com/u8jc )e que teve a participação tambem de mais de 50 internautas.
Fábio Pedroza deixou bem claro tambem nessa reuniãoque tanto a parte burocrática quanto a parte artística são muito alinhadas no sentido de coletivo, de trabalho em grupo e que é sempre importante dividir experiências, sentimentos e sensações, com o público e banda, e encontrar sempre parcerias não se limitando apenas a trabalhar dentro de coletivos. Em seus twitters Fabio Pedroza promove reflexões que vale a pena serem lembradas:
''as bandas se conectarem e trabalharem entre elas. o colaborativo está principalmente nisso (@pablocapile live on http://twitcam.com/u9gm)''
''o principal foco colaborativo são as reuniões da comissão e as atividades que permitem (...) (@pablocapile live on http://twitcam.com/u9gm)''
''não como uma agência ou um selo, mas de forma colaborativa e não centralizada pelo estúdio (@pablocapile live on http://twitcam.com/u9gm)''
''banda não pode/deve trabalhar apenas dentro dos coletivos, as parcerias são muito importantes!''
''quais os agentes da rede do mercado musical? qual o papel de cada um? como eles se articulam?''
''questões importantes para as bandas de bsb pensarem: o q é ser uma banda no debate sobre mercado musical? qual a realidade do circuito?''
''vc já fez a sua parte? quantas bandas da sua cidade vc escutou essa semana? campanha #adoteumabanda essa semana! @bandawatson - brasília''
Pelo que se entende as gravadoras deixaram de ser o grande tronco que sustenta os artistas. O modelo ficou mais horizontal. A cooperação é o único modelo possível de trabalho.O Esquina, que também organiza um minifestival mensal (no Velvet Pub, na 102 Norte) e segue rigorosamente o plano de ampliar o espaço para a música do Distrito Federal.A ideia é criar uma cena. ''Essa cena que dizem que existe é de banda cover. As bandas da cidade não têm um circuito e, por isso, não conseguem se desenvolver.Para se fazer notar, os grupos aproveitam-se da teia criada pelos coletivos brasileiros e se apresenta em outros estados.No front do Cultcha, o Vitrine tocou no Grito Rock de Cuiabá e o Leda, em Anápolis. Já o Tiro Williams foi ao Grito Rock de Uberaba'', observa Fernando Jatobá do Coletivo Esquina,em uma conversa que tivemos.
Os coletivos estimulam as bandas a pensar no futuro. Para muita gente,são uma luz no fim do túnel. Depois do grito carnavalesco, os coletivos pretendem investir em projetos sociais e sedimentar o intercâmbio com regiões do DF e do Entorno. Apesar da organização, a ordem é evitar o deslumbramento e enfrentar o lado mais trabalhoso da arte: Ninguém pensa mais em ficar milionário com o rock. Mas há bandas que já estão começando a viver tranquilamente de música, e isso é o importante. O trabalho, como se vê, é duro. Mas, sem cultivar ilusões antiquadas, o comboio do rock de Brasília não ira parar de crescer.
Mas enfim, nós do Blog Feijoada Búlgara iremos apoiar sempre essa causa, da valorização da esfera do cenario independente.Para isso resolvemos pegar como inspiração a idéia do Fábio Pedroza, divulgada em um de seu twitters, e servira de lema para esse projeto:
''vc já fez a sua parte? quantas bandas da sua cidade vc escutou essa semana? campanha #adoteumabanda essa semana! @bandawatson - brasília''
Os coletivos estimulam as bandas a pensar no futuro. Para muita gente,são uma luz no fim do túnel. Depois do grito carnavalesco, os coletivos pretendem investir em projetos sociais e sedimentar o intercâmbio com regiões do DF e do Entorno. Apesar da organização, a ordem é evitar o deslumbramento e enfrentar o lado mais trabalhoso da arte: Ninguém pensa mais em ficar milionário com o rock. Mas há bandas que já estão começando a viver tranquilamente de música, e isso é o importante. O trabalho, como se vê, é duro. Mas, sem cultivar ilusões antiquadas, o comboio do rock de Brasília não ira parar de crescer.
Mas enfim, nós do Blog Feijoada Búlgara iremos apoiar sempre essa causa, da valorização da esfera do cenario independente.Para isso resolvemos pegar como inspiração a idéia do Fábio Pedroza, divulgada em um de seu twitters, e servira de lema para esse projeto:
''vc já fez a sua parte? quantas bandas da sua cidade vc escutou essa semana? campanha #adoteumabanda essa semana! @bandawatson - brasília''
Por fim,a idéia do projeto #ADOTE UMA BANDA e fazer posts valorizando o trabalho de varias bandas daqui da nossa cidade.Dedicando um espaço para divulgar essas bandas que são otimas e que todos devem ter o prazer de saber o que cada uma tem de bom para oferecer.
Texto por: Elizia Cristyane Pereira de Souza
